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Gerar confiança é muito importante.

  • Foto do escritor: Matheus Parizi
    Matheus Parizi
  • 10 de mar.
  • 1 min de leitura

Atualizado: 15 de abr.

Olha a Alemanha, onde eu moro.


Quando estão comprando online, os clientes alemães abandonam rapidamente o site se as suas expectativas não são atendidas.


E essas expectativas? São muito específicas.


A questão é a seguinte.


Em tese, a Holanda e a Alemanha parecem semelhantes: pontualidade, eficiência, comunicação super direta. Mas a forma como as pessoas realmente compram? Totalmente diferente.


Na Holanda, páginas de produtos simples funcionam. Título direto, alguns pontos de venda exclusivos, imagem forte.


Pronto. Clique rápido, decisão rápida.


Na Alemanha não funciona assim.


Antes de um cliente alemão abrir a carteira, tem uma pergunta no fundo da mente dele, que é se ele pode confiar em você.


Ele vai verificar os prazos de entrega, as políticas de devolução, as opções de pagamento. Ele vai ler as páginas legais. Ele vai procurar o endereço real, o número de telefone real.


A confiança está nuns detalhes específicos aqui, e se eles não estiverem lá, ela também não vai estar.


Então, quando a mesma loja converte 3% na Holanda, mas só 2% na Alemanha, isso significa que um em cada três compradores foi embora. O mesmo tráfego. O mesmo produto. Mercado diferente.


Por isso, para cada mercado, setor ou nicho para o qual escrevo, trago um conhecimento detalhado das nuances que realmente movem os compradores.


Não me limito a traduzir palavras. Eu incorporo os itens de confiança que os clientes desse mercado já estão procurando.


Primeiro a confiança. Depois, a persuasão e a venda.

 
 
 

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